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Dor no lado direito da barriga: causas e quando se preocupar

Dor no lado direito da barriga — imagem ilustrativa de pessoa com dor abdominal do lado direito, indicando região do abdômen

Dor no lado direito da barriga: causas e quando se preocupar

A dor no lado direito da barriga é um dos sintomas que mais levam pessoas a procurar atendimento médico em pronto-socorros e consultórios no Brasil e no mundo. Não é para menos: o abdômen direito abriga estruturas vitais — fígado, vesícula biliar, apêndice, rim direito, parte do intestino delgado e grosso, e, nas mulheres, ovário e trompa direita. Uma dor nessa região pode ser o sinal de algo simples, como gases acumulados, ou indicar uma emergência cirúrgica que exige intervenção imediata.

O desafio está justamente na amplitude de causas possíveis. Segundo dados do Ministério da Saúde, a dor abdominal aguda está entre os cinco principais motivos de consulta em serviços de urgência do país, respondendo por uma parcela expressiva das internações hospitalares. Em muitos casos, o diagnóstico tardio — por conta de automedicação ou subestimação dos sintomas — piora significativamente o prognóstico.

Qualquer pessoa pode sentir dor no lado direito da barriga ao longo da vida. No entanto, crianças, adultos jovens (pela maior incidência de apendicite), mulheres em idade fértil (por questões ginecológicas) e pessoas acima de 50 anos (com maior prevalência de doenças biliares e intestinais) são grupos que merecem atenção especial. Neste artigo, você vai entender as principais causas dessa dor, como diferenciá-las e, principalmente, quando é hora de buscar ajuda urgente.

O que representa a dor no lado direito da barriga?

Para entender a dor no lado direito da barriga, é preciso conhecer a anatomia da região. O abdômen é dividido em quadrantes, e o lado direito é subdividido em duas áreas principais: o quadrante superior direito (QSD), que fica abaixo das costelas — onde estão o fígado, a vesícula biliar e parte do duodeno — e o quadrante inferior direito (QID), que corresponde à região da virilha — onde ficam o apêndice, o ceco (início do intestino grosso), o ureter direito e, nas mulheres, o ovário e a trompa direita.

Essa distinção geográfica é extremamente útil clinicamente: uma dor abaixo das costelas do lado direito sugere causas diferentes de uma dor na virilha direita ou no flanco (região lateral, entre costelas e quadril). Por isso, ao relatar a dor ao médico, indique com precisão onde ela começa, para onde irradia, qual é a sua intensidade e o que a melhora ou piora.

Principais causas de dor no lado direito da barriga

As causas de dor no lado direito da barriga são numerosas. Conheça as mais relevantes, organizadas por localização:

Causas no quadrante superior direito

Cálculos na vesícula biliar (colelitíase): Uma das causas mais comuns de dor intensa no lado direito da barriga, especialmente após refeições gordurosas. Os cálculos — popularmente chamados de “pedras na vesícula” — podem obstruir os ductos biliares, causando a chamada cólica biliar: dor intensa, em cólica, que pode irradiar para o ombro direito e as costas. Quando a vesícula inflama (colecistite), a dor se torna contínua e é acompanhada de febre.

Hepatite e doenças do fígado: Inflamações do fígado — causadas por vírus (hepatite A, B, C), álcool ou medicamentos — podem gerar dor ou desconforto difuso no lado direito, logo abaixo das costelas, muitas vezes acompanhada de icterícia (amarelamento da pele e olhos), cansaço extremo e urina escura.

Síndrome de Fitz-Hugh-Curtis: Inflamação da cápsula do fígado, geralmente associada a infecções sexualmente transmissíveis não tratadas, como clamídia e gonorreia. Causa dor aguda no hipocôndrio direito (abaixo das costelas) e é mais comum em mulheres jovens.

Causas no quadrante inferior direito

Apendicite aguda: A causa mais temida de dor no lado direito inferior da barriga. O apêndice é um pequeno prolongamento do intestino grosso que, quando inflamado, causa dor que geralmente começa ao redor do umbigo e migra para o quadrante inferior direito, se tornando progressivamente mais intensa, com febre, náuseas e vômitos. É uma emergência cirúrgica: sem tratamento, o apêndice pode se romper, causando peritonite (infecção generalizada da cavidade abdominal) com risco de vida.

Hérnia inguinal: Protrusão de parte do intestino ou tecido adiposo através de uma fraqueza na parede abdominal, na região da virilha. Causa dor e abaulamento visível, que piora com esforço físico.

Causas ginecológicas (em mulheres): Cisto ovariano, torção de ovário, gravidez ectópica (fora do útero), endometriose e doença inflamatória pélvica são condições que podem causar dor intensa no lado direito inferior da barriga. A gravidez ectópica, em particular, é uma emergência médica que pode causar hemorragia interna grave.

Causas no flanco direito

Cálculo renal (litíase urinária): A “pedra no rim” provoca uma das dores mais intensas descritas pelos pacientes: a cólica renal. A dor começa no flanco direito (lateral, entre as costelas e o quadril) e irradia para a virilha e genitais, vindo em ondas, com náuseas e vômitos frequentes. Pode ser acompanhada de sangue na urina.

Infecção renal (pielonefrite): Infecção bacteriana que acomete o rim direito, causando dor constante no flanco, febre alta, calafrios e dor ao urinar. Exige tratamento com antibióticos e, nos casos graves, internação hospitalar.

Outras causas

Síndrome do intestino irritável (SII): Condição funcional crônica que causa dor abdominal variável, alteração do hábito intestinal (diarreia, constipação ou alternância entre ambos) e distensão abdominal. A dor pode ser em qualquer quadrante, incluindo o lado direito.

Gases e constipação intestinal: Acúmulo de gases ou fezes no cólon ascendente (que sobe pelo lado direito do abdômen) pode causar dor ou desconforto de intensidade leve a moderada, aliviada após a evacuação ou eliminação de gases.

Pneumonia e pleurite direita: Infecções pulmonares ou inflamação da pleura (membrana que reveste os pulmões) do lado direito podem causar dor que é sentida no abdômen superior direito — especialmente durante a respiração profunda —, confundindo o diagnóstico.

Fatores de risco

Alguns fatores aumentam a probabilidade de desenvolver condições que causam dor no lado direito da barriga. Entre os principais estão: dieta rica em gorduras e colesterol (favorece cálculos biliares), sedentarismo e obesidade, histórico familiar de doenças digestivas ou renais, uso excessivo de álcool (doenças hepáticas), infecções sexualmente transmissíveis não tratadas (doenças ginecológicas e síndrome de Fitz-Hugh-Curtis) e baixa ingestão de líquidos (cálculos renais). Mulheres têm maior incidência de cálculos biliares e condições ginecológicas; homens, de hérnias inguinais.

Sintomas associados à dor no lado direito da barriga

Sintomas comuns

A dor pode se manifestar de diferentes formas dependendo da causa: em cólica (vem e vai em ondas — típico de cálculos), contínua e progressiva (apendicite, colecistite), em queimação (problemas gastrointestinais), ou difusa e variável (síndrome do intestino irritável, gases). Pode ser acompanhada de náuseas, vômitos, alteração do hábito intestinal, distensão abdominal e febre.

Sintomas menos comuns

Icterícia (amarelamento de pele e olhos), urina escura ou avermelhada, perda de apetite persistente, emagrecimento sem causa aparente e dor que irradia para ombro ou costas são sintomas que, embora menos frequentes, têm alto valor diagnóstico e não devem ser ignorados.

Sinais de alerta — procure atendimento imediato

  • Dor intensa, súbita e progressiva que não melhora após 1 a 2 horas;
  • Abdômen rígido (“duro como uma tábua”) ao toque;
  • Febre acima de 38,5°C associada à dor abdominal;
  • Sangue nas fezes ou na urina;
  • Vômitos persistentes que impedem a ingestão de líquidos;
  • Desmaio ou tontura intensa junto à dor — pode indicar hemorragia interna;
  • Dor no lado direito inferior em mulher com atraso menstrual — suspeitar de gravidez ectópica.
Dor no lado direito da barriga — ilustração anatômica mostrando fígado, vesícula, apêndice e rim direito no abdômen

Diagnóstico

Avaliação clínica

O médico começa pela anamnese (histórico detalhado dos sintomas): quando a dor começou, onde está localizada, para onde irradia, qual é a sua intensidade (de 0 a 10), o que a piora e o que a alivia, se há febre, vômitos, alterações na urina ou nas fezes. Em seguida, realiza o exame físico do abdômen: inspeção, ausculta dos ruídos intestinais, percussão e palpação — buscando pontos dolorosos específicos que orientam o diagnóstico.

O ponto de McBurney (dor à palpação no quadrante inferior direito) e o sinal de Blumberg (dor à descompressão brusca do abdômen) são achados clínicos clássicos da apendicite. O sinal de Murphy (dor ao pressionar a região da vesícula durante inspiração profunda) sugere colecistite.

Exames utilizados

Dependendo da suspeita clínica, o médico pode solicitar: hemograma completo (detecta infecção e inflamação), proteína C-reativa e VHS (marcadores inflamatórios), enzimas hepáticas e bilirrubinas (avaliação do fígado e vias biliares), exame de urina (infecção ou cálculo renal), beta-hCG (descarta gravidez em mulheres em idade fértil), ultrassonografia de abdômen (avalia vesícula, fígado, rim, apêndice e órgãos pélvicos) e tomografia computadorizada (padrão ouro para abdômen agudo cirúrgico).

Confirmação diagnóstica

“A dor no lado direito da barriga nunca deve ser tratada com analgésicos antes de uma avaliação médica completa. Mascarar a dor pode atrasar o diagnóstico de condições como apendicite, que têm janela de tempo crítica para o tratamento”, alerta o Dr. Henrique Bastos, gastroenterologista. A integração entre história clínica, exame físico e exames complementares é o que permite ao médico fechar o diagnóstico com segurança.

Tratamento

Tratamentos médicos atuais

O tratamento da dor no lado direito da barriga depende inteiramente da causa identificada. A apendicite é tratada com apendicectomia (remoção cirúrgica do apêndice), geralmente por via laparoscópica — procedimento minimamente invasivo com recuperação mais rápida. A colecistite e os cálculos biliares sintomáticos são tratados com colecistectomia (retirada da vesícula). A cólica renal, na maioria dos casos, é tratada clinicamente com analgesia, hidratação e medicamentos para relaxar o ureter.

Condições como hepatite viral, síndrome do intestino irritável e pielonefrite têm protocolos específicos que incluem repouso, hidratação, dieta adequada e, conforme o caso, antivirais ou antibióticos.

Medicamentos utilizados

O uso de analgésicos e antiespasmódicos pode ser indicado pelo médico para controle da dor — mas nunca devem ser usados por conta própria antes da avaliação médica, pois podem mascarar sinais importantes de emergência. Antibióticos são prescritos para infecções bacterianas (pielonefrite, colecistite infecciosa, apendicite inicial em casos selecionados). Antieméticos controlam náuseas e vômitos, melhorando o conforto do paciente.

Mudanças de estilo de vida

Dieta com baixo teor de gordura e rica em fibras reduz o risco de novos episódios de cólica biliar e melhora o funcionamento intestinal. A ingestão adequada de água (mínimo de 2 litros por dia) é fundamental para prevenir cálculos renais. A prática regular de atividade física, a manutenção do peso saudável e o abandono do tabagismo e do consumo excessivo de álcool são medidas que protegem o fígado, o intestino e os rins.

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Possíveis complicações

As complicações variam conforme a causa não tratada ou tratada tardiamente. A apendicite perfurada leva à peritonite — infecção generalizada da cavidade abdominal, com mortalidade elevada. A colecistite não tratada pode evoluir para colangite (infecção das vias biliares) e sepse biliar. A gravidez ectópica rota causa hemorragia interna maciça, potencialmente fatal. A pielonefrite não tratada pode evoluir para abscesso renal e insuficiência renal aguda.

Em todos esses cenários, o denominador comum é o mesmo: o tempo é um fator decisivo. Quanto mais rápido o diagnóstico e o tratamento, menores as chances de complicação grave.

Prevenção

Nem toda causa de dor no lado direito da barriga é prevenível, mas muitas podem ser evitadas ou minimizadas com hábitos saudáveis. Manter uma alimentação equilibrada, com baixo teor de gorduras saturadas e rica em fibras, protege a vesícula e o intestino. Beber pelo menos 2 litros de água por dia é a medida mais eficaz para prevenir cálculos renais em pessoas com predisposição.

Realizar exames de rotina — incluindo ultrassonografia abdominal para quem tem histórico familiar de doenças biliares ou renais — permite detectar alterações antes que causem sintomas. Mulheres sexualmente ativas devem realizar rastreamento regular para infecções sexualmente transmissíveis, prevenindo complicações ginecológicas. O controle do peso e a atividade física regular completam o conjunto de medidas preventivas mais eficazes.

Dor no lado direito da barriga diagnóstico — médico realizando ultrassonografia abdominal para investigar causa da dor

Quando procurar atendimento médico?

A dor no lado direito da barriga que surge de repente, é intensa ou persiste por mais de algumas horas sempre merece avaliação médica. Procure imediatamente uma UPA ou pronto-socorro se:

  • A dor for intensa e de início súbito, especialmente se vier acompanhada de febre;
  • O abdômen estiver rígido ou muito sensível ao toque;
  • Houver sangue nas fezes ou na urina;
  • Você sentir tontura, fraqueza intensa ou desmaio junto à dor;
  • A dor for em mulher com atraso menstrual ou gravidez confirmada;
  • Houver vômitos incessantes que impeçam a ingestão de água;
  • A dor migrar do umbigo para o quadrante inferior direito — sinal clássico de apendicite;
  • Crianças ou idosos apresentarem qualquer dor abdominal persistente — nesses grupos, os sintomas costumam ser atípicos e o agravamento mais rápido.

Se a dor for leve, intermitente e associada à alimentação ou à evacuação, uma consulta agendada com clínico geral ou gastroenterologista já é adequada. O importante é não ignorar o sintoma nem se automedicar.

Dúvidas frequentes

1. Dor no lado direito da barriga é sempre sinal de apendicite? Não. A apendicite é apenas uma das muitas causas possíveis. Gases, cálculos biliares, infecção renal, síndrome do intestino irritável e condições ginecológicas também causam dor nessa região. Somente um médico pode diferenciar as causas com segurança.

2. A dor do lado direito que piora depois de comer gordura indica o quê? Dor no lado direito superior após refeições gordurosas é muito sugestiva de cálculos ou inflamação da vesícula biliar (colecistite ou colelitíase). É importante consultar um médico e realizar uma ultrassonografia abdominal para confirmar.

3. Posso tomar analgésico para aliviar a dor antes de ir ao médico? Esta é uma questão que gera muita dúvida. O uso de analgésicos pode mascarar sintomas importantes — especialmente sinais de abdômen cirúrgico — e dificultar o diagnóstico. O ideal é buscar atendimento médico antes de medicar a dor, especialmente se ela for intensa ou associada a outros sintomas.

4. Dor no flanco direito pode ser do rim? Sim. A dor no flanco direito — região lateral entre as costelas e o quadril — é clássica de cólica renal (cálculo no rim ou ureter) e de pielonefrite (infecção do rim). A cólica renal costuma ser intensa, em ondas, e pode irradiar para a virilha.

5. Quando a dor no lado direito é emergência ginecológica? Em mulheres, dor intensa no lado direito inferior associada a atraso menstrual, sangramento vaginal anormal ou tontura pode indicar gravidez ectópica — uma emergência médica. Torção de ovário também causa dor súbita e intensa. Nesses casos, o atendimento imediato pode salvar vidas.

6. Criança com dor no lado direito da barriga precisa ir ao pronto-socorro? Qualquer criança com dor abdominal persistente, especialmente no lado direito, febre ou vômitos associados deve ser avaliada por um médico com urgência. Em crianças, a apendicite pode progredir mais rapidamente para perfuração do que em adultos.

Conclusão

A dor no lado direito da barriga é um sintoma que nunca deve ser subestimado. Ela pode ter origem simples — como gases ou constipação — ou indicar condições graves que exigem tratamento imediato, como apendicite ou gravidez ectópica. A localização precisa da dor, seus sintomas acompanhantes e a velocidade com que ela evolui são as chaves para guiar a investigação correta.

O papel do paciente é ser observador: registrar quando a dor começa, como ela se comporta e quais outros sintomas aparecem junto. O papel do profissional de saúde é integrar essas informações com o exame físico e os exames complementares para fechar o diagnóstico com segurança. Juntos, paciente e equipe de saúde formam a melhor defesa contra as complicações que uma dor ignorada pode trazer.

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Este conteúdo tem caráter educativo e não substitui avaliação médica individualizada. Em caso de sintomas persistentes, procure atendimento profissional.

FAQ Estruturado — Rich Snippet

P1: O que causa dor no lado direito da barriga? R: As causas mais comuns incluem gases, apendicite, cálculos na vesícula, infecção renal, cólica renal, hepatite e, em mulheres, condições ginecológicas como cisto ovariano e gravidez ectópica.

P2: Como saber se a dor no lado direito é apendicite? R: A dor de apendicite geralmente começa ao redor do umbigo e migra para o quadrante inferior direito, tornando-se progressivamente mais intensa, com febre, náuseas e vômitos. É uma emergência — procure atendimento imediato.

P3: Dor no lado direito da barriga embaixo das costelas indica o quê? R: Dor nessa região (hipocôndrio direito) sugere principalmente problemas no fígado ou na vesícula biliar, como cálculos biliares, colecistite ou hepatite.

P4: Dor no lado direito pode passar sozinha? R: Dores leves associadas a gases ou intestino preso podem melhorar espontaneamente. No entanto, dores intensas, persistentes ou com febre nunca devem ser ignoradas — sempre busque avaliação médica.

P5: Qual médico consultar para dor no lado direito da barriga? R: Um clínico geral ou médico de família é o ponto de partida adequado. Dependendo da suspeita diagnóstica, o encaminhamento pode ser feito a gastroenterologista, urologista, ginecologista ou cirurgião.

Referências Bibliográficas

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