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Oxigenoterapia: Dispositivos, Fluxos, Indicações e Cuidados de Enfermagem

oxigenoterapia — enfermeira ajustando máscara de oxigênio em paciente hospitalizado com equipamentos de suporte respiratório ao fundo

Oxigenoterapia: Dispositivos, Fluxos, Indicações e Cuidados de Enfermagem

A oxigenoterapia é uma das intervenções terapêuticas mais empregadas em toda a prática clínica hospitalar e pré-hospitalar. Consiste na administração de oxigênio suplementar acima da concentração ambiental (21%) com o objetivo de corrigir ou prevenir a hipoxemia (baixa concentração de oxigênio no sangue). Quando indicada e executada corretamente, é capaz de preservar funções vitais e evitar o agravamento de quadros respiratórios e cardiovasculares de diversas etiologias.

Saber como administrar oxigenoterapia, conhecer os tipos de dispositivos e aplicar os cuidados de enfermagem adequados é uma competência essencial para técnicos e enfermeiros em qualquer nível de atenção à saúde. A escolha errada do dispositivo, o fluxo incorreto de O₂ ou a falta de umidificação adequada pode resultar em complicações graves — desde ressecamento das vias aéreas até intoxicação por oxigênio em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

Neste guia completo, você encontrará as indicações clínicas, os principais dispositivos de oxigenoterapia com seus respectivos fluxos e frações inspiradas de oxigênio (FiO₂), a técnica de administração, os cuidados de enfermagem, as complicações e as respostas para as principais dúvidas clínicas. Conteúdo fundamentado nas diretrizes do Ministério da Saúde, COFEN, OMS e evidências publicadas.

O que é Oxigenoterapia?

A oxigenoterapia é a administração terapêutica de oxigênio suplementar para tratar ou prevenir hipoxemia, sendo uma das prescrições mais comuns em ambientes hospitalares e de emergência.

Do ponto de vista fisiológico, o oxigênio é transportado pelo sangue ligado à hemoglobina e é essencial para a produção de energia celular (metabolismo aeróbico). Quando a saturação periférica de oxigênio (SpO₂) cai abaixo de 94% em adultos saudáveis — ou abaixo de 88–92% em pacientes com DPOC — instala-se a hipoxemia clínica, que exige intervenção imediata.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a oxigenoterapia está na Lista de Medicamentos Essenciais desde 2017 e deve estar disponível em todos os níveis de atenção à saúde. No Brasil, a Resolução COFEN nº 614/2019 regulamenta a atuação do enfermeiro na terapia respiratória, incluindo a administração e o monitoramento da oxigenoterapia.

Indicações e Contraindicações da Oxigenoterapia

A principal indicação da oxigenoterapia é a hipoxemia documentada (SpO₂ < 94% em adultos ou < 92% em gestantes e pacientes com cardiopatia), mas há outras situações que justificam seu uso.

Indicações Clínicas

  • Hipoxemia confirmada por oximetria (SpO₂ < 94%) ou gasometria arterial (PaO₂ < 60 mmHg)
  • Insuficiência respiratória aguda ou crônica agudizada (DPOC, asma grave, pneumonia)
  • Infarto agudo do miocárdio (IAM) com SpO₂ < 90% — conforme diretriz da SBC 2023
  • Pós-operatório imediato e recuperação anestésica
  • Intoxicação por monóxido de carbono (CO) — usar O₂ a 100% independente da SpO₂
  • Choque circulatório (hipovolêmico, cardiogênico, séptico)
  • Trauma torácico, pneumotórax e hemotórax
  • Parada cardiorrespiratória (PCR) — suporte avançado de vida

Situações que Exigem Cautela (não contraindicações absolutas)

  • DPOC hipercápnico: alvo de SpO₂ 88–92%. A hiperoxia pode suprimir o estímulo respiratório.
  • Prematuridade neonatal: risco de retinopatia da prematuridade e displasia broncopulmonar com O₂ excessivo.
  • Paraquat (herbicida): O₂ aumenta a toxicidade pulmonar — evitar FiO₂ elevada nessa intoxicação específica.

Condição Clínica Meta de SpO₂ Observação
Adulto saudável / sem comorbidade 94–98% Revisão LTOT — BTS 2017
DPOC com hipercapnia 88–92% Evitar hiperoxia; gasometria guia ajuste
Gestante / cardiopatia ≥ 95% Manter SpO₂ elevada por segurança fetal
PCR em adultos 100% (durante RCP) Reduzir gradativamente pós-ROSC
IAM sem hipoxemia Não indicar de rotina Evidência: O₂ não melhora desfecho se SpO₂ ≥ 90%
Neonato a termo 95–100% Monitorar rigorosamente; ajuste individual

Dispositivos de Oxigenoterapia: Tipos, Fluxos e FiO₂

Os dispositivos de oxigenoterapia são classificados em baixo fluxo e alto fluxo, de acordo com a capacidade de suprir ou não toda a demanda inspiratória do paciente.

Dispositivo Fluxo (L/min) FiO₂ Aproximada Indicação Principal
Cateter nasal simples (óculos) 1–6 L/min 24–44% Hipoxemia leve. Paciente consciente e colaborativo
Máscara facial simples 5–10 L/min 35–55% Hipoxemia moderada. Não usar < 5 L/min (acúmulo de CO₂)
Máscara com reservatório (reinalação parcial) 6–10 L/min 60–80% Hipoxemia grave. Manter bolsa sempre inflada
Máscara sem reinalação (non-rebreather) 10–15 L/min 80–100% Hipoxemia grave/crítica, PCR, intox. por CO
Máscara de Venturi 4–15 L/min 24–60% (controlado) DPOC, acidose resp. — FiO₂ precisa e constante
Cateter nasal de alto fluxo (CNAF) 20–60 L/min 21–100% (titulável) Ins. resp. aguda hipoxêmica, pós-extubação, COVID-19
Ventilação não invasiva (VNI/CPAP) Variável (circuito) 21–100% DPOC agudizado, EAP cardiogênico, apneia do sono
Ventilação mecânica invasiva (VMI) Controlado pelo ventilador 21–100% Ins. resp. grave, falência de outros dispositivos

CONCEITO ESSENCIAL — FiO₂ e o Risco da Hiperoxia A FiO₂ (Fração Inspirada de Oxigênio) indica a concentração de O₂ na mistura inalada:
• FiO₂ 0,21 = 21% = ar ambiente (sem suplementação)
• FiO₂ 1,0 = 100% = O₂ puro A HIPEROXIA (SpO₂ > 98% por tempo prolongado) não é inofensiva:
• Causa vasoconstrição coronariana e cerebral
• Produz espécies reativas de oxigênio (ROS) com lesão pulmonar (toxicidade de O₂)
• Em DPOC: suprime o drive respiratório e agrava hipercapnia Use sempre o mínimo de oxigênio necessário para atingir a meta de SpO₂ do paciente.

Como Administrar Oxigenoterapia: Técnica Passo a Passo

A administração correta da oxigenoterapia segue uma sequência estruturada que garante segurança, eficácia e conforto ao paciente.

Cateter Nasal (Óculos de O₂) — o mais frequente

  1. Verifique a prescrição médica: confirme fluxo (L/min), dispositivo indicado e meta de SpO₂.
  2. Higienize as mãos e prepare o material: fluxômetro, cateter nasal, umidificador (se fluxo > 4 L/min) e extensão de O₂.
  3. Conecte o umidificador com água destilada estéril ao fluxômetro da rede de O₂ ou ao cilindro.
  4. Conecte o cateter nasal ao umidificador. Abra o fluxômetro no valor prescrito e confirme o fluxo de borbulhas no umidificador.
  5. Posicione as presilhas do cateter nas narinas do paciente, direcionando as pontas levemente para baixo.
  6. Ajuste as alças laterais sobre as orelhas com tensão confortável — evite pressão excessiva que cause lesão de pele.
  7. Registre: hora de início, dispositivo, fluxo prescrito e SpO₂ basal antes e após 10 minutos de instalação.
  8. Avalie a resposta clínica: SpO₂, FR, FC, padrão respiratório e nível de consciência após 15–30 minutos.

Máscara de Venturi — pacientes com DPOC

  1. Selecione o adaptador colorido correto conforme a FiO₂ prescrita (consulte tabela do fabricante).
  2. Conecte o adaptador colorido à máscara e ao fluxômetro no fluxo mínimo indicado para aquela FiO₂.
  3. Coloque a máscara cobrindo boca e nariz, ajuste a tira metálica ao nariz e as alças na cabeça.
  4. Confirme que as aberturas laterais de entrainment de ar estão desobstruídas — nunca cobri-las.
  5. Registre SpO₂ antes e 30 minutos após a instalação. Ajuste o fluxo apenas trocando o adaptador colorido.

dispositivos de oxigenoterapia — cateter nasal simples, máscara de Venturi e máscara sem reinalação com bolsa reservatório dispostos em ambiente clínico hospitalar

Cuidados de Enfermagem na Oxigenoterapia

Os cuidados de enfermagem na oxigenoterapia vão além da instalação do dispositivo — envolvem monitoramento contínuo, prevenção de complicações e educação do paciente.

  • Monitorar SpO₂ e sinais vitais: avaliar saturação, FR, FC e padrão respiratório conforme prescrição (contínuo em UTI; a cada 1–4h em enfermaria). Comunicar alterações imediatas.
  • Umidificação adequada: obrigatória para fluxos > 4 L/min. Repor água destilada estéril no frasco umidificador. Nunca usar água da torneira (risco de Legionella e outros microrganismos).
  • Higiene e integridade das narinas: inspecionar narinas e pavilhões auriculares a cada plantão. Reposicionar o cateter e usar protetor de pele espuma nas orelhas se necessário.
  • Verificar a permeabilidade do circuito: conferir conexões, ausência de dobras e borbulhamento adequado do umidificador.
  • Checar os cilindros de O₂: se o paciente usa cilindro portátil, verificar nível de O₂ disponível regularmente e garantir reserva suficiente para o transporte.
  • Orientar o paciente e família: explicar a importância de manter o dispositivo posicionado corretamente e de não ajustar o fluxo sem orientação da enfermagem.
  • Registrar em prontuário: documentar dispositivo, fluxo, SpO₂ antes e após, tolerância ao dispositivo e intercorrências.

  DICA CLÍNICA — SAE na Oxigenoterapia (Diagnósticos NANDA mais comuns)
Os diagnósticos de enfermagem mais frequentes em pacientes em oxigenoterapia incluem:
• Padrão respiratório ineficaz: FR alterada, uso de musculatura acessória, dispneia
• Troca de gases prejudicada: SpO₂ < 94%, gasometria alterada, cianose
• Desobstrução ineficaz das vias aéreas: secreção retida, tosse ineficaz
• Risco de integridade da pele prejudicada: pressão do cateter/máscara
• Conhecimento deficiente: falta de compreensão sobre o uso correto do dispositivo
A prescrição de enfermagem deve incluir: posicionamento (Fowler 30–45°), incentivo à tosse, fisioterapia respiratória se indicada e técnicas de relaxamento para reduzir ansiedade.

Complicações e Erros Mais Comuns na Oxigenoterapia

As complicações da oxigenoterapia são evitáveis na maioria dos casos quando a técnica e o monitoramento são adequados.

Complicação Causa / Mecanismo Conduta de Enfermagem
Toxicidade por O₂ FiO₂ > 60% por > 24h. Produção de radicais livres com lesão alveolar Reduzir FiO₂ gradualmente ao mínimo eficaz. Monitorar SpO₂ e gasometria
Hipoventilação / Hipercapnia (DPOC) Supressão do drive hipóxico com O₂ em excesso Manter SpO₂ 88–92%; usar Venturi; monitorar gasometria seriada
Ressecamento das vias aéreas Ausência de umidificador ou umidificador vazio Instalar umidificador; repor água destilada; orientar hidratação oral
Lesão de pele por pressão Atrito prolongado do cateter nas narinas ou das alças nas orelhas Inspecionar a cada plantão; usar protetor de pele; alternar posição do cateter
Atelectasia de absorção FiO₂ muito alta elimina N₂ que sustentava alvéolos colabáveis Usar FiO₂ mínima necessária; estimular respiração profunda e tosse
Incêndio / Explosão O₂ aumenta inflamabilidade de materiais próximos Proibir chamas e cigarros. Sinalizar ambiente. Cuidado com dispositivos elétricos

ERROS CRÍTICOS QUE COMPROMETEM A SEGURANÇA • Administrar O₂ sem prescrição médica (exceto emergências com risco de vida imediato) • Usar fluxo > 6 L/min no cateter nasal — causa ressecamento severo e desconforto sem melhora de FiO₂ • Não umidificar para fluxos > 4 L/min em uso prolongado • Cobrir as aberturas laterais da máscara de Venturi (anula o efeito Venturi e torna a FiO₂ imprevisível) • Ajustar o fluxo de O₂ sem reavaliação clínica e sem consultar a prescrição • Permitir fontes de ignição próximas ao ambiente de uso de O₂ (risco de incêndio) • Não registrar no prontuário o dispositivo, fluxo e resposta do paciente

cuidados de enfermagem em oxigenoterapia — enfermeira monitorando saturação de oxigênio com oxímetro e verificando cateter nasal em paciente hospitalizado

Prevenção de Complicações: Boas Práticas Baseadas em Evidências

Prevenir complicações da oxigenoterapia exige protocolos institucionais claros, treinamento da equipe e monitoramento sistemático.

  • Adotar metas individualizadas de SpO₂ desde a admissão, documentadas na prescrição de enfermagem
  • Reavaliar a necessidade do O₂ suplementar a cada turno — retirar assim que a meta for mantida sem suplementação
  • Capacitar toda a equipe sobre os diferentes dispositivos, fluxos e riscos de cada modalidade
  • Manter protocolos de prevenção de lesão por pressão facial para pacientes em máscara ou VNI
  • Garantir inspeção diária dos cilindros, conexões e validade dos acessórios de oxigenoterapia
  • Implementar bundle de prevenção de pneumonia associada à ventilação (PAV) para pacientes em VMI

Sinais de Gravidade: Quando Comunicar Imediatamente?

A oxigenoterapia requer vigilância contínua — alguns sinais indicam falência do tratamento e necessidade de escalonamento imediato.

  • SpO₂ < 90% apesar do O₂ suplementar: acionar médico de plantão imediatamente; preparar para escalonamento do dispositivo.
  • FR > 30 irpm ou < 10 irpm: padrão respiratório comprometido; risco de falência respiratória iminente.
  • Cianose central (lábios e língua): hipoxemia grave sistêmica — emergência clínica.
  • Alteração do nível de consciência (confusão, agitação, sonolência): pode indicar hipoxia cerebral ou hipercapnia.
  • PaO₂ < 60 mmHg na gasometria arterial: critério gasométrico de insuficiência respiratória grave.

Perguntas Frequentes sobre Oxigenoterapia

Como administrar oxigenoterapia com tipos de dispositivos e cuidados de enfermagem corretos?

A escolha do dispositivo depende da gravidade da hipoxemia e do objetivo clínico. Para hipoxemia leve (SpO₂ 90–93%), o cateter nasal com 2–4 L/min geralmente é suficiente. Para hipoxemia moderada a grave (SpO₂ < 90%), use máscara facial, máscara com reservatório ou cateter de alto fluxo (CNAF). Pacientes com DPOC exigem sempre máscara de Venturi para controle preciso da FiO₂. Os cuidados de enfermagem incluem: monitorar SpO₂, umidificar para fluxos > 4 L/min, inspecionar pele e documentar.

Qual é a diferença entre oxigenoterapia de baixo fluxo e alto fluxo?

Dispositivos de baixo fluxo (cateter nasal, máscara simples, máscara com reservatório) não suprem toda a demanda ventilatória do paciente — parte do ar inspirado vem do ambiente, tornando a FiO₂ variável conforme o padrão respiratório. Dispositivos de alto fluxo (Venturi, CNAF) suprem toda a demanda com mistura controlada de O₂ e ar, garantindo uma FiO₂ constante e precisa, independente do esforço respiratório do paciente.

Por que pacientes com DPOC não podem receber oxigênio a 100%?

Pacientes com DPOC crônico grave adaptam-se à hipercapnia (CO₂ elevado) e passam a usar a hipoxemia como principal estímulo para respirar (drive hipóxico). Ao administrar O₂ em excesso, esse estímulo é suprimido, causando hipoventilação e piora da hipercapnia — podendo levar a coma e parada respiratória. Por isso, a meta de SpO₂ nesses pacientes é 88–92%, utilizando preferencialmente a máscara de Venturi para controle preciso da FiO₂.

Técnico de enfermagem pode instalar e monitorar a oxigenoterapia?

Sim. A Resolução COFEN nº 614/2019 e a Lei nº 7.498/1986 habilitam o técnico de enfermagem a instalar dispositivos de oxigenoterapia de baixo e médio fluxo (cateter nasal, máscara facial) sob supervisão do enfermeiro. A VNI e o CNAF são de competência privativa do enfermeiro ou do fisioterapeuta respiratório, com prescrição médica. Toda instalação deve ser seguida de registro em prontuário.

Com que frequência o cateter nasal e os acessórios devem ser trocados?

O cateter nasal (óculos) deve ser trocado a cada 24 a 72 horas ou sempre que estiver sujo, danificado ou com perda de integridade. O frasco umidificador deve ser trocado a cada 24 horas e higienizado conforme protocolo da CCIH. A água destilada deve ser reposta antes de esgotar. Máscaras e circuitos de VNI têm periodicidade definida pelo fabricante e pelo protocolo institucional.

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Conclusão

A oxigenoterapia é uma intervenção simples na aparência, mas complexa na execução clínica segura. Dominar a escolha correta do dispositivo, o fluxo ideal, as metas de SpO₂ por perfil de paciente e os cuidados de enfermagem é uma responsabilidade de toda a equipe de saúde — e um diferencial que impacta diretamente o desfecho clínico.

Lembre-se: oxigênio é um medicamento. Deve ser prescrito, administrado na dose correta, monitorado e suspenso quando a indicação cessar. O excesso é tão prejudicial quanto a falta.

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Este conteúdo tem caráter educativo e não substitui avaliação médica individualizada. Em caso de sintomas persistentes ou dúvidas sobre tratamentos, procure sempre atendimento profissional de saúde.

Referências Bibliográficas

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