A atuação da enfermagem no controle de doenças infectocontagiosas e sazonais é o que sustenta a vigilância epidemiológica no Brasil. Seja no acolhimento com classificação de risco para casos de Dengue ou no tratamento ambulatorial de infecções bacterianas, a precisão no diagnóstico de enfermagem salva vidas e evita surtos.
Neste guia, consolidamos os protocolos de manejo para as doenças que mais levam pacientes às unidades de saúde: das viroses sazonais às infecções do trato urinário.
“O treinamento da nossa equipe baseado no protocolo de manejo de doenças sazonais permitiu que identificássemos precocemente sinais de choque na Dengue em mais de 50 pacientes este ano, garantindo 100% de recuperação.” — Enf. Mariana G. Costa, Gestora de Unidade de Pronto Atendimento.
1. Doenças Tropicais e Arboviroses (Dengue)
Em um país como o Brasil, a Dengue é uma preocupação constante. O Protocolo de RCP 2026 e outros guias de emergência sempre ressaltam a importância da hidratação vigorosa nestes casos.
Sinais de Alerta: Dor abdominal intensa, vômitos persistentes e sangramentos.
Papel da Enfermagem: Monitoramento rigoroso do hematócrito e balanço hídrico.
A ITU é uma das causas mais frequentes de busca por atendimento e de infecção hospitalar relacionada à sondagem. O controle de Doenças Infecciosas na Enfermagem exige atenção especial à técnica estéril.
Sintomas: Disúria, polaciúria e dor suprapúbica.
Intervenção: Coleta técnica de urocultura e orientações de higiene.
Com as mudanças climáticas, os casos de sinusite e infecções de vias aéreas superiores (IVAS) tornaram-se perenes. A enfermagem deve saber diferenciar quadros virais de bacterianos.
As infecções de pele, como a Impinge e a Candidíase, exigem um olhar clínico treinado para não serem confundidas com dermatites alérgicas. O manejo correto em Doenças Infecciosas na Enfermagem evita a automedicação perigosa com corticoides.
5. Medidas de Biossegurança e Controle de Infecção
Não se fala em Doenças Infecciosas na Enfermagem sem citar a proteção da equipe e do ambiente. A higienização das mãos é a medida número 1, seguida pelo uso correto de EPIs conforme a via de transmissão (contato, gotículas ou aerossóis).
O manejo de Doenças Infecciosas na Enfermagem exige vigilância constante e atualização sobre novos protocolos do Ministério da Saúde. O enfermeiro é a peça-chave na quebra da cadeia de transmissão e na educação da comunidade.
Iniciou sua carreira como Auxiliar e Técnico em Enfermagem, graduou-se em Enfermagem pela UNIP e possui três pós-graduações: Auditoria em Saúde, Centro Cirúrgico e Central de Materiais, e Pedagogia da Saúde.
Com mais de 10 anos de experiência em Centro Cirúrgico e 6 anos como auditor, atualmente atua como Enfermeiro Especialista em OPME em um plano de saúde, focando na avaliação de materiais de alto custo e na qualidade assistencial.
Sua trajetória combina experiência clínica, gestão e auditoria, consolidando-o como um profissional de referência na área da saúde.
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